Açoservice

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Portal vai facilitar crédito a fornecedores da Petrobras

A iniciativa de ancorar fornecedores não é nova no mercado, mas deve se tornar uma constante. Com as grandes empresas investindo no aumento da capacidade produtiva, deixar de antecipar recursos aos fornecedores é uma forma indireta de liberar seu capital de giro, explica o diretor de uma grande instituição financeira.

viaPortal vai facilitar crédito a fornecedores da Petrobras.

abril 23, 2010 Posted by | 1 | Deixe um comentário

Conferência Internacional de Materiais e Meio Ambiente

abril 23, 2010 Posted by | 1 | Comentários desativados em Conferência Internacional de Materiais e Meio Ambiente

MAIS AÇO NA COPA 2014

Visando ampliar o uso do aço nas obras de infra-estrutura, mobilidade urbana e edificações que serão realizadas em função da Copa de 2014, o CBCA (Centro Brasileiro de Construção em Aço) percorrerá, de 15/3 a 9/6/2010, as 12 cidades-sede do mundial em um Road Show denominado “Aço Construindo a Copa 2014”. O Road Show passa por São Paulo em 27/5, com palestra e mesa redonda a serem realizadas no Hotel Renaissance, com início às 14h.

O objetivo da ação é apresentar as soluções tecnológicas em aço, promovendo assim o uso intensivo do material. Acreditamos que este é um momento oportuno para potencializar os resultados das empresas associadas, haja vista o expressivo aumento do consumo de aço previsto para os próximos anos.

O INDA e o Sindisider apóiam a iniciativa e convidam seus associados a participarem desses eventos, atuando nas cidades onde tenham filiais como representantes das nossas entidades. Outra ação importante é envolvermos empresas clientes que atuam no setor de construção civil (construção civil, empresas de tubulação, redes de energia, etc.), pois são eles os consumidores de aço que podem auxiliar na elevação da demanda para os próximos anos.

Inscrições e Informações 11 2173-2396/ 2395

abril 22, 2010 Posted by | 1 | , , , , | Deixe um comentário

O AÇO é totalmente reciclável

abril 22, 2010 Posted by | 1 | Deixe um comentário

2010 – 30 anos de tradição e muita confiança.

Prezado cliente, em 2010 temos a honra de comemorar 30 anos de atividade.

A Açoservice ao longo destes anos fornecendo produtos e serviços aos diversos ramos de atividades que se utilizam do aço , construiu cadeias de valor, reunindo e desenvolvendo os seus colaboradores, clientes e fornecedores , gerando resultados econômicos e sociais relevantes para todos.

Durante esta caminhada prevaleceu a confiança traduzida em valor percebido e convertida em valor econômico, assegurando o grau de liberdade e o sucesso de nossa organização.

A confiança é hoje a única moeda realmente forte em face as turbulências econômicas e sociais que vem atingindo o Brasil e o mundo nos últimos anos.

Adquirimos muita experiência que somada a processos de evolução deliberada fizeram com que conquistássemos uma reputação exemplar no mercado, regada ao nível de credibilidade.

Acreditamos muito que com base no excelente “alicerce” de confiança que construímos temos as melhores condições para juntos, trabalharmos as oportunidades que estão surgindo e damos assim continuidade à nossa jornada de sucesso.
Agradecemos por toda a confiança depositada na Açoservice e reiteramos nosso compromisso de retribuirmos na forma de produtos e serviços que geram cada vez mais valor no foco dos nossos clientes.

Nivaldo Tavares
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Supervisor Industrial e RD
Açoservice Ind. e Com. de Ferro e Aço Ltda.
nivaldo@acoservice.com.br
Tel.: 11-6884-5368
Fax.: 11-6884-5367

abril 18, 2010 Posted by | 1 | Deixe um comentário

GOVERNO PODE SUBIR ALÍQUOTA DE IMPORTAÇÃO DE AUTOPEÇAS

O governo pode elevar as tarifas de importação de autopeças pagas pelas montadoras. O objetivo é reduzir o déficit da balança do setor, que pode chegar a US$ 3,6 bilhões este ano. O martelo ainda não foi batido, mas as autoridades estão “sensíveis” à demanda dos fabricantes brasileiros de peças e vão tentar resolver a situação “no curto prazo”. Conforme antecipou o jornal O Estado de S. Paulo ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preocupado com dois déficits da balança comercial: autopeças e eletroeletrônicos. “São problemas sérios que temos de resolver logo”, disse o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge.

Uma fonte do governo explicou que a alternativa em estudo é retirar o redutor de 40% do Imposto de Importação que as montadoras usufruem desde 2000. A alíquota para a compra de peças no exterior varia entre 14% e 18%. Mas, na prática, é cobrado entre 8,4% e 10,8%. O benefício vale apenas quando as peças são adquiridas para serem utilizadas na linha de montagem. Está excluído o mercado de reposição.

O setor de autopeças registrou déficit de US$ 2,49 bilhões em 2009, com importação de US$ 9,12 bilhões e exportação de US$ 6,63 bilhões. O presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), Paulo Butori, projeta novo saldo negativo de US$ 3,6 bilhões neste ano. Só no primeiro bimestre já estava em US$ 701 milhões.

Butori disse que há seis meses insiste com o governo na necessidade de rever o redutor. “Nenhum outro setor brasileiro e nenhum outro país tem essa redução”. O executivo afirma que o redutor é um dos fatores que levam a indústria a substituir produção local pela importação, junto com o câmbio favorável. “Está ocorrendo um descolamento da produção de autopeças em relação à de automóveis”, disse Butori. Em 2009, enquanto a produção de carros praticamente manteve-se nos patamares de 2008, em mais de 3 milhões de veículos, o faturamento das autopeças caiu 14,8%, para US$ 34,9 bilhões.

abril 18, 2010 Posted by | 1 | Deixe um comentário

Distribuidoras vão vender 20% a mais

No primeiro trimestre de 2009, as distribuidoras de aço, importante termômetro da atividade da economia, registraram nível recorde de estoques, representando seis meses de vendas. Os pedidos de montadoras, fabricantes de máquinas e equipamentos, de produtores agrícolas estavam paralisados diante da incerteza em relação aos reflexos da crise financeira mundial. Passado um ano, o setor vive um novo momento, impulsionado pela retomada econômica.

No início de 2010, o setor de distribuição previa crescer 15% no ano, atingindo 3,88 milhões de toneladas – volume que superaria as vendas recordes de 2008, quando o setor vendeu 3,716 milhões de toneladas. Mas com os bons resultados do primeiro trimestre a estimativa já está defasada. “O crescimento será maior e deve ser de 20%”, diz o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Entre janeiro e março, as vendas subiram entre 32% e 34%. A retomada tem sido liderada pela indústria automotiva, construção civil, mas no segmento de infraestrutura e bens de capital ainda se nota baixa demanda de pedidos.

Os estoques estão nos níveis mais baixos da história, próximos a dois meses de vendas, o que pressiona as empresas a recompor seus estoques diante de uma demanda aquecida. Isso ocorre em um momento em que o minério de ferro teve seu preço reajustado em cerca de 100%, o que fez as usinas aplicarem uma alta de 15% na cotação do aço. “Esse aumento não cobre a alta do minério de ferro e outros insumos, o que pode fazer com que haja um outro aumento no segundo semestre para a distribuição.”

Apesar da alta da demanda, os distribuidores convivem com algumas linhas de produção de pré-processamento operando à baixa capacidade. A ociosidade chega entre 35% e 40%, percentual que deverá ser reduzido com a retomada dos pedidos dos fabricantes de bens de capital e de empresas do segmento de óleo e gás. Nesse cenário, grandes investimentos em ampliação de linhas estão descartados. “A prioridade é atualização tecnológica dos parques.”

Foi-se o tempo em que as distribuidoras atuavam só como uma revendedora de aço. Para conquistar participação no mercado, elas têm de mapear as necessidades dos clientes e as suas variadas demandas, o que pressupõe logística ágil, fluxos de estoques racionalizados e equipamentos modernos de processamento de aço. As distribuidoras compram grandes lotes e os revendem para pequenos e médios consumidores, porque as siderúrgicas só atendem pedidos superiores a 500 toneladas.

Responsável por cerca de 30% das vendas do setor siderúrgico, o segmento tem assistido a importantes movimentos de consolidação, liderados pela Usiminas e Arcelor Mittal, o que tem elevado a participação das usinas siderúrgicas na área, complementando sua atuação nos elos da cadeia e reforçando sua proximidade com seus clientes. Em novembro, em linha com sua estratégia de agregar valor a seus produtos e verticalizar sua produção, a Usiminas lançou uma nova empresa que concentrou suas unidades de serviços e de distribuição de aços planos. Chamada de Soluções Usiminas, ela reúne Rio Negro, Dufer, Fasal, Zamprogna e as unidades industriais Usial e Usicort.

A decisão da siderúrgica foi reflexo das aquisições realizadas no setor de distribuição. Em 2008, adquiriu por cerca de R$ 100 milhões a fatia de 49% que o grupo alemão ThyssenKrupp detinha na paulista Dufer, que atua na distribuição e transformação de bobinas em São Paulo. Dois meses depois, em dezembro, a Usiminas anunciou a compra por R$ 160 milhões da distribuidora e fabricante de tubos gaúcha Zamprogna, uma das maiores empresas independentes do segmento, reforçando sua presença na região Sul do país, até então dominada por CSN e Gerdau. Em paralelo, anunciou a incorporação da Rio Negro e da Fasal.

A Arcelor Mittal também buscou reforçar seu posicionamento, anunciando em 2008 a compra de participação de duas empresas de distribuição: Manchester Tubos (70%) e Gonvarri (50%). “Depois desses movimentos, vejo pouco espaço para novas consolidações”, diz Loureiro. Com as movimentações recentes, a participação das distribuidores coligadas das siderúrgicas supera 50% do total da distribuição do país.

Nem todas as siderúrgicas têm seguido o caminho de reforçar sua presença em distribuição. Um exemplo é a CSN: a empresa mantém parcerias com distribuidores independentes de aço. Com uma base de clientes pulverizadas e linha de produtos diversificada por incluir galvanizados e folhas metálicas para embalagens, a empresa tem buscado fortalecer os distribuidores independentes. Cabe destacar que a CSN também atua por meio da Prada.

Para Loureiro, é cedo para avaliar qual o caminho criará mais valor para o acionista no longo prazo. “Na Ásia, alguns países optam pelo fortalecimento dos distribuidores independentes, enquanto em alguns países da Europa se veem movimentos na direção oposta, com as siderúrgicas preenchendo esse espaço. No Brasil, ainda não há um modelo definido, estamos assistindo a um modelo misto, mas é cedo para avaliar qual será o mais acertado.”

Fonte: ( Valor Online)

abril 18, 2010 Posted by | 1 | , , , , | Deixe um comentário

Mantega encerra o Congresso Brasileiro do Aço

Durante os três dias da 21ª edição do Congresso Brasileiro do Aço e ExpoAço 2010, realizado pelo Instituto Aço Brasil, de 14 a 16 de abril, em São Paulo, o objetivo de traçar o panorama da indústria do aço no Brasil e no mundo foi atingido. Neste período cerca de 800 congressistas puderam assistir aos debates sobres os acontecimentos no pós-crise, das perspectivas para o setor, e dos desafios para o futuro.

O evento atraiu aproximadamente 2.500 visitantes, sendo que a ExpoAço, feira de negócio, reuniu 52 empresas produtoras de aço, mineradores, fornecedoras de serviços e inovações tecnológicas para a cadeia produtiva do aço, de diversos países, em cerca de 3.000 m². “Os painéis refletiram bem as inquietudes do setor com relação às tendências e perspectivas mundiais e locais. Tenho certeza de que todos os congressistas saíram satisfeitos com o nível das discussões dos palestrantes presentes”, afirmou o Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil.

O encerramento do Congresso, no inicio da tarde de hoje, sexta-feira, 16/04, foi conduzido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele afirmou que os efeitos da crise mundial para a indústria do aço já estão se dissipando, principalmente devido à forte perspectiva de consumo do mercado interno. Mantega comentou também o aumento do preço do minério de ferro e afirmou que não vale a pena especular sobre se esta elevação vai influenciar os índices da inflação. “Temos que avaliar o peso do metal neste custo na linha branca e na indústria automotiva. Manter o controle inflacionário é uma questão de honra para o Brasil”, disse.

Hoje o evento foi aberto com o painel “Economia Mundial e os Desafios do Crescimento para o Brasil”, reunindo especialistas como o professor de política econômica internacional, Dani Rodrik, do economista e ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, Jorge Gerdau Johannpeter, coordenador geral da Ação Empresarial, do também economista e ex-ministro da Fazenda, Delfim Neto, e ainda o presidente da CNI, Armando Monteiro.

O executivo André Bier Gerdau Johannpeter, que foi nomeado ontem presidente do conselho do IABr, encerrou o Congresso Brasileiro do Aço entusiasmado com o sucesso do evento. “Os debates sobre toda a cadeia produtiva foram muito relevantes para o setor. Aproveito para convidar todos a participarem da 22ª edição do Congresso Brasileiro do Aço, em 2012”.

Balanço do Congresso Brasileiro do Aço – Destaques

Os números do trimestre: o Instituto Aço Brasil (IABr) apresentou durante o Congresso, na última quarta-feira, dia 14, os números do primeiro trimestre da cadeia siderúrgica. A produção brasileira de aço bruto no primeiro trimestre de 2010 foi de 8,0 milhões de toneladas, representando alta de 59,3% em relação ao mesmo período no ano passado e queda de 1,1% quando comparada com o trimestre imediatamente anterior. Os bons resultados confirmaram a visão otimista da indústria brasileira do aço, ainda em recuperação depois da crise econômica internacional.

Mudança de governança: Marco Polo de Mello Lopes assumiu, na última quinta-feira, dia 15, o cargo de presidente executivo do Instituto. André B. Gerdau Johannpeter (Gerdau) e Albano Chagas Vieira (Votorantim) tomaram posse respectivamente a Presidência e Vice-presidência do Conselho Diretor do IABr, seguindo o sistema de rodízio entre representantes das empresas que acontece a cada dois anos e será mantida apenas no Conselho Diretor. A decisão reflete o novo posicionamento da instituição e faz parte do processo iniciado em 2008 que objetiva aproximar a imagem da indústria brasileira do aço à sua identidade, reforçando sua representatividade.

ExpoAço 2010: Durante os três dias do evento, aconteceu simultaneamente a ExpoAço 2010. Uma feira de negócios estruturada em uma área de 3.000 m² e com a participação de 52 empresas nacionais e estrangeiras, de países como Alemanha, Argentina, Chile, França, Índia e Suíça.

Vila do Aço: a mostra montada em um espaço adicional de 1.400 m² foi destinada a apresentar a aplicação do aço em casas, prédios, equipamentos urbanos, sistema drywall, engradamento metálico, esquadrias, coberturas e passarela, ou seja, opções arquitetônicas em aço em tamanho real. Segundo o presidente Lula é necessário que este projeto seja levado em exposição para todo o Brasil para a população ter opções. “As casas de aço são geniais. É uma nova possibilidade e uma alternativa que irá estimular a competição. Espero ver a Vila do Aço como conjunto habitacional do nosso país”, afirmou.

Abertura do Congresso: contou com a presença do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, do governador do Estado de São Paulo, Alberto Goldman, do prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab entre outras autoridades. Ao visitar a Vila do Aço, o Presidente Lula afirmou que a iniciativa é mais uma alternativa para o mercado da construção civil.

Lakshmi Mittal: em palestra no segundo dia, 15 de abril, o CEO da ArcelorMittal, Lakshmi Mittal, apresentou os investimentos da empresa no Brasil. Em seguinda, o Congresso apresentou paineis onde foram discutidas as tendências da siderurgia mundial e os impactos da China; os próximos passos dos grandes setores consumidores dentro dos projetos especiais (Copa do Mundo 2014, Jogos Olímpicos 2016, Trem Bala, Pré-Sal e Minha Casa, Minha Vida), com a presença do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli; e as perspectivas para o Brasil dentro do mercado mundial de semi-acabados.

Mais informações:
Textual Serviços de Comunicação – http://www.textual.com.br/saladeimprensa
Tatiana Avilez: tatiana@textual.com.br / (21) 9766-0108
Adriana Moreira: amoreira@textual.com.br / (21) 9781-9373
Renan Albertini: renan@textual.com.br / (11) 9462-3998

abril 17, 2010 Posted by | 1 | , , , | Deixe um comentário

Prorrogação de IPI reduzido para materiais de construção terá impacto de R$ 723 mi

Agência Brasil

Publicação: 15/04/2010 19:06

Brasília – A prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os materiais de construção provocará impacto de R$ 723 milhões nos cofres públicos entre julho e dezembro. A estimativa foi divulgada pela Receita Federal.

De acordo com a Receita, esse impacto ocorrerá apenas se as alíquotas forem mantidas. Atualmente, a maioria dos materiais de construção está com o imposto zerado, mas alguns itens ainda pagam alíquotas que variam de 2% a 10%.

Caso a estimativa se confirme, o governo deixará de arrecadar R$ 1,409 bilhão em 2010 por causa da desoneração para o setor. Isso porque o incentivo fiscal provocará perda de R$ 686 milhões no primeiro semestre.

Nesta quinta-feira (15/4), o ministro da Fazenda, anunciou a extensão do benefício por seis meses. O IPI reduzido, que acabaria em 30 de junho, foi prorrogado para 31 de dezembro.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o aumento da demanda com a perspectiva de fim do incentivo fiscal acarretava o risco de pressionar para cima os preços do setor. Além disso, os materiais de construção, na avaliação do ministério, podem ser considerados mais bens de capital (usados na produção) do que de consumo.

abril 16, 2010 Posted by | 1 | , , | Deixe um comentário

Projeto permite ao trabalhador usar FGTS para pagamento de casa do filho

Qui, 15 de Abril de 2010 14:52

O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) apresentou um projeto de lei que cria mais uma possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS): quando o trabalhador quiser utilizar esses recursos para ajudar seu filho ou sua filha a comprar a casa própria. Esse projeto (PLS 375/09) foi aprovado nesta quarta-feira, 14, pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) e, agora, deverá ser enviado à Câmara dos Deputados.

De acordo com o texto, o trabalhador poderá movimentar o FGTS com esse objetivo desde que seu filho ou sua filha se enquadrem em uma série de condições: não for proprietário ou “promitente” comprador de imóvel, for maior de 21 anos e tenha vínculo matrimonial ou comprovada união estável, entre outros. Se as condições forem respeitadas, o FGTS poderá ser utilizado para pagar prestações, amortização extraordinária ou liquidação de saldo devedor.

Em seu relatório sobre a matéria, a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) defendeu a aprovação do projeto – que altera a Lei nº 8.036, de 1990.

Fonte: Site do Senado Federal

abril 16, 2010 Posted by | 1 | , , | Deixe um comentário